DOL Carajás
Notícias / Polícia
JÚRI POPULAR

Dupla é condenada a 12 anos de prisão por homicídio em 2021

João Batista e José Raimundo estão presos desde o dia do crime. Os acusados tiveram uma discussão com Arli Pereira da Silva, travaram luta corporal e que resultou na morte do homem

sábado, 30/04/2022, 17:59 - Atualizado em 30/04/2022, 18:18 - Autor: DOL Carajás com informações de Antônio Barroso

Google News

Durante o julgamento, a acusação sustentou que os acusados mataram a vítima por motivo fútil
Durante o julgamento, a acusação sustentou que os acusados mataram a vítima por motivo fútil | Divulgação

Doze anos de reclusão. Essa foi a pena imposta pelo Conselho do Tribunal do Júri de Jacundá aos réus José Raimundo dos Santos da Silva, e João Batista pelo assassinato da vítima Arli Pereira da Silva, no dia 13 de fevereiro de 2021.

Reunidos no salão do júri da Comarca de Jacundá, sudeste paraense, seis mulheres e um homem compôs o conselho de sentença sob a presidência do juiz Jun Kubota nesta sexta-feira (29) para julgar os réus, que foram defendidos pelo representante da Defensoria Pública, Reginaldo Taveira Ribeiro. Na acusação atuou o promotor de Justiça, Erick Ricardo Fernandes.

Veja também!

Corpos de três homens são encontrados em reserva indígena

Agricultor desaparece em área de mata do município de Uruará

Justiça determina Força Nacional após corpos encontrados

João Batista e José Raimundo estão presos desde o dia do crime. Na ocasião, os dois e mais uma mulher e a vítima consumiram bebida alcoólica. Em seguida, os acusados tiveram uma discussão com Arli, travaram luta corporal e que resultou na morte do homem. Sem saberem que a vítima estava sem vida, os dois foram dormir. Por volta de 14h, a Polícia Militar encontrou a vítima no fundo do quintal e os dois homens foram presos em flagrante.

 

Já a defesa, defendeu a ausência de provas e discrepâncias nos depoimentos como mecanismos para pedir a absolvição dos acusados
Já a defesa, defendeu a ausência de provas e discrepâncias nos depoimentos como mecanismos para pedir a absolvição dos acusados | Divulgação
 

Durante o julgamento, a acusação sustentou que os acusados mataram a vítima por motivo fútil. Já a defesa, defendeu a ausência de provas e discrepâncias nos depoimentos como mecanismos para pedir a absolvição dos acusados. No final, o verídico de 12 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado pelo motivo fútil.


Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)
    Exibir mais comentários
    MAISACESSADAS