O Remo tem se notabilizado por produzir notícias ruins nas últimas semanas. Depois da querela judicial envolvendo o presidente Pedro Minowa, eis que ressurge o drama da área do Carrossel. Com a proposta oficial de compra por R$ 7,6 milhões (acima da avaliação), apresentada por João Felizolla Bentes, torna-se iminente a perda do patrimônio.
Atento observador da cena azulina comparava ontem a gestão de Zeca Pirão e o começo da administração de Pedro Minowa com o segundo mandato de Raimundo Ribeiro no clube. Na ocasião, foi vendida a sede campestre também sob parcelamento, fato que não ajudou a resolver as pendências trabalhistas existentes pois inviabilizou descontos junto aos credores.
Há dois anos, o grande benemérito Ronaldo Passarinho vem alertando que, além dos bloqueios de renda, o clube corria o risco de perda de patrimônio. Em mensagem recente ao blog, ele comentou: “Estavam todos no salão de festas do Titanic, discutindo a qualidade do vinho, enquanto o iceberg se aproximava. Pobre Remo”.
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