Depois de confirmada a licença do vice Ricardo Ribeiro, o Remo vive a expectativa da entrada em cena dos novos dirigentes, à frente Milton Campos, Miléo Jr. e Abelardo Sampaio. Como Campos está em viagem à China, integrando a comitiva do governador, a posse do trio foi adiada. Antes, porém, ainda haverá nova rodada de negociação para definir os limites de ação do grupo dentro da gestão.
De qualquer maneira, o primeiro item da agenda azulina de final de ano é a escolha do técnico. Léo Goiano continua cotado, embora enfrente resistências na diretoria e entre os dirigentes que irão assumir. Entre os que defendem sua permanência, há a convicção de que foi o melhor treinador da temporada, mesmo pegando o bonde andando.
Pesam contra ele alguns erros cometidos na reta final da campanha, com escolhas erradas na escalação e o exagerado defensivismo mostrado em alguns jogos. Há o temor de que não tenha a envergadura necessária para enfrentar momentos de pressão, tão corriqueiros num clube de massa.
Na lista de técnicos lembrados no Evandro Almeida pontificam Paulo Bonamigo e PC Gusmão. Pelas ligações com o clube, Bonamigo leva mais chances. Está sem clube desde que saiu do Fortaleza e no começo deste ano chegou a ser lembrado como parte de um projeto que envolvia investidores de fora, mas que nunca chegou a ser oficialmente apresentado.
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