O concurso da Polícia Militar do Acre foi suspenso a pedido da Defensoria Pública. De acordo com a defensora Juliana Caobianco, uma das autoras da ação, o edital lista condições ilegais e discriminatórias para o desempenho do cargo, entre elas, cicatrizes que ‘comprometam’ a estética da cabeça e pescoço e não podem ter apenas um testículo.
Outras condições incapacitantes presentes no edital também motivaram a ação, como ‘Deficiências funcionais na mastigação e respiração’; ‘Restaurações insatisfatórias nos dentes’; ‘Tatuagens na cabeça, pescoço e abaixo do terço distal do braço, antebraço e mãos’ e ‘Presença de "piercing" para candidatos do sexo masculino em qualquer área do corpo e para candidatos do sexo feminino em regiões do supercílio, nariz, lábios, língua, mamas e órgãos genitais’.
A decisão é liminar e Estado tem 15 dias para rever o edital e decidir se altera os quesitos para o cargo. A Polícia Militar do Acre informou que ainda não foi notificada oficialmente sobre a decisão da Justiça e, por isso, não pode se pronunciar.
(DOL com informações do Correio Web)
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