A candidata Maria de Fátima Silva Cunha, 33 anos, que alegou para a reportagem do DIÁRIO, na edição de segunda-feira (1º), ter tido problemas com o cartão-reposta do concurso da Polícia Militar, cujas provas foram aplicadas no último dia 31 de julho, disse ontem, em depoimento à Polícia Civil, que recebeu assistência do fiscal de sala e um novo documento para marcar as questões. Agricultora em Bujaru, no nordeste do Estado, Maria de Fatima chegou a registrar Boletim de Ocorrência sobre o caso e prestou depoimento no Núcleo de Inteligência Policial, em Belém.
A reportagem do DIÁRIO entrou em contato, na noite de ontem, por telefone, com a candidata, para confirmar o depoimento e saber o motivo da mudança de versão. Contudo, Fátima apenas confirmou na primeira ligação que havia prestado os esclarecimentos à polícia, mas alegou que a ligação estava ruim e não deu seguimento à conversa. Em novo contato telefônico, as ligações para o número da candidata não completaram mais.
(Diário do Pará)
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