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CISTITE DE LUA DE MEL

Saiba tudo sobre a doença revelada por Anitta após sexo 

O tratamento, geralmente, é feito com antibióticos.

terça-feira, 23/11/2021, 16:29 - Atualizado em 23/11/2021, 16:29 - Autor: Com informações do Terra


Recentemente, Anitta declarou que sofre de cistite de lua de mel, o que dificulta seu caminhar no dia seguinte após a relação sexual.
Recentemente, Anitta declarou que sofre de cistite de lua de mel, o que dificulta seu caminhar no dia seguinte após a relação sexual. | Reprodução

Você já ouviu falar sobre a "cistite de lua de mel"? A inflamação que atinge a uretra (canal de saída da urina) e a bexiga ganhou destaque nas redes sociais após revelação feita por Anitta, durante uma conversa com Sabrina Sato.

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“Um problema péssimo que eu tenho é a cistite de lua de mel. Eu não posso transar com alguém muito avantajado que eu não consigo caminhar no dia seguinte. É horrível! E não tem nada a ver com bactéria não gente, é porque já socou muito lá e aí inflamou, entendeu?", disse a cantora.

Na verdade, segundo os especialistas, o problema não tem nenhuma relação com o tamanho do pênis do parceiro, mas com a posição da uretra da mulher, que pode estar muito próxima do canal vaginal e do ânus, podendo favorecer a entrada de bactérias. 

A cistite de lua de mel nada mais é do que uma inflamação que acomete a uretra e a bexiga, após uma relação sexual. A inflamação está relacionada à translocação de bactérias do canal vaginal e/ou intestinal para a uretra durante o ato sexual.

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Ainda de acordo com especialistas, algumas mulheres têm essa bactéria (E.coli) na flora vaginal, que pode se multiplicar não só durante a relação sexual, mas também devido ao estresse, ansiedade, imunodeficiência, entre outros. 

Dentre os sintomas da cistite de lua de mel estão ardor e desejo repentino de urinar mesmo com a bexiga vazia. Em casos mais graves, a pessoa pode apresentar dor abdominal e febre. 

A recomendação dos especialistas é não ter penetração vaginal após a relação anal, devido a grande quantidade de E.coli na região do canal anal. A paciente deve procurar um médico para avaliar o quadro clínico, após os primeiros sinais de inflamação. 

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