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Deolane Bezerra desabafa após Juíza não devolver carros 

Veículos de luxo foram apreendidos em uma operação da polícia em um suposto esquema de pirâmide financeira

quarta-feira, 27/07/2022, 18:16 - Atualizado em 27/07/2022, 19:09 - Autor: Com informações SBT Notícias

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Deolane Bezerra desabafou e reclamou da delegada Maria Aparecida Corsato nas redes sociais
Deolane Bezerra desabafou e reclamou da delegada Maria Aparecida Corsato nas redes sociais | Reprodução/ Instagram

A advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra, surpreendeu os seguidores ao usar as redes sociais para desabafar e reclamar da delegada Maria Aparecida Corsato, do 27° Distrito Policial, no bairro do Campo Belo, zona sul de São Paulo. A delegada Corsato está a frente das investigações de uma pirâmide financeira desde o ano passado e Deolane é umas das pessoas investigadas.

Segundo a polícia, os automóveis apreendidos na operação Vale dos Reis, seriam uma demonstração de ostentação e sucesso, na prática de crime contra a economia popular. E essa investigação está apurando delitos de estelionato, associação criminosa, falsidade ideológica, crime contra economia popular e contravenção penal de jogo de azar. 

A viúva de MC Kevin contou aos fãs que "A delegada enrolou até não conseguir mais, o mandato é nulo inclusive não listou os bens apreendidos na minha residência no momento exato e não constava a apreensão de veículos e ela está enrolando à mais de uma semana".

Na semana passada, Deolane protocolou um pedido para restituir seus carros: um Porsche avaliado em R$ 975 mil e um Land Rover Discovery avaliado em R$ 648 mil.

Na verdade, quem não liberou os carros foi a juíza do caso, Thaís Fortunato Bim. Em seu despacho, a sutoridade diz que "não há em que se falar em cabimento da restituição, ou depósitos dos bens apreendidos". O parecer do Ministério Público de São Paulo (MPSP) também foi contra a liberação dos automóveis. 

Já a promotora de Justiça, Solange Aparecida Sibinel, responsável pela ação penal, diz, em seu despacho, que a apreensão se faz necessária, uma vez que ainda não encerraram as investigações. A investigação começou em agosto de 2021, já possui 4 volumes e tem mais de 1 mil páginas. 

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