Vencedora do “Saltibum”, competição de saltos ornamentais do “Caldeirão do Huck”, Priscila Fantin pretende apelar para uma técnica usada no quadro para vencer o nervosismo antes de pisar no palco do novo “Tomara que Caia”, que estreia neste domingo (19). “Não estou muito nervosa. Vou manter uma calma emocional, vou convencer o meu psicológico de que está tudo certo, caso contrário não vou conseguir brincar. Tenho que confiar e me jogar, igual eu fiz no ‘Saltibum’. Vai ter que ser uma vitória a cada domingo”, torce.
Assim como Priscila, Ricardo Tozzi não tem o nome relacionado diretamente ao humor, mas se sente plenamente à vontade nesse universo. “Sou chamado para coisas diversas, mas tenho um mínimo de assinatura que deixa claro que, se uma coisa vier parar na minha mão, pode ficar engraçada. Posso parecer pretensioso ao dizer isso, mas é que eu adoro humor. Não me vejo fazendo um stand-up (comédia em pé). O meu tesão, o meu talento, é para fazer personagens. Detesto fazer graça, detesto imitar alguém, detesto fazer firula no palco. Preciso de um personagem para fazer graça. Isso é o que eu mais gosto”, conta.
Se Priscila e Tozzi ainda não são especialistas no assunto, Marcelo Serrado caminha a passos largos para isso já há algum tempo. “O humor está cada vez mais presente na minha carreira, graças a Deus. Não pensei em fazer humor, só que, na outra emissora (Record), fazia personagens violentos que tinham uma tendência para o humor. Depois, veio o Crô, de ‘Fina Estampa’ (2011). Esse processo foi acontecendo naturalmente. Fui levado para o humor aos poucos. Estou gostando, abracei essa causa. Não sou um humorista escrachado como a Fabiana, a Lolô e o Eri, mas essa mescla que tem no programa é muito boa”, analisa.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar