Se durante a virada do ano novo você arranjou tempo para olhar os stories das celebridades no Instagram, deve ter notado que o réveillon em Fernando de Noronha rendeu muitas notícias. A principal delas foi a volta do casal Neymar e Bruna Marquezine. O casal reatou, justamente, em uma das festas realizadas na Pousada Maria Bonita, cujos donos são atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank.
Muita gente não sabe que o DJ responsável por embalar as festas realizadas no local já é considerado famoso entre as principais celebridades do momento. Felipe Mar, como é conhecido na cena musical carioca, tem 31 anos e, além de conviver diretamente com todos os citados acima, também cultiva amizades com Cleo Pires, Izabel Goulart, Preta Gil e Tatá Werneck.
Nascido no bairro Vilar dos Teles, subúrbio do Rio, Felipe confessa que sempre teve uma ligação forte com a música, mas nada comparado com seu amor pelo mundo fashion. “Lancei uma marca chamada Concept ano passado, mas é difícil. Essa área de festa e de DJ começou a dar uma guinada muito forte e dei uma parada por causa disso. Mas é um ‘pause’, não um ‘stop’. No futuro, pretendo trabalhar com moda porque é minha paixão”, comenta.
O reconhecimento como DJ veio de forma despretensiosa. A animação das festas com seu set eclético é fruto de uma visão firme, contra a maré dos profissionais do mainstream: “toco o que o povo quer ouvir”, resume. Apesar de já estar inserido na cena há oito anos, o DJ acredita ter se consolidado há, mais ou menos, quatro.
A partir daí, vários convites foram feitos. O primeiro lembrado é o de Preta Gil, que o chamou para tocar no já conhecido Bloco da Preta, no Rio de Janeiro e, consequentemente, no casamento da cantora. Depois disso, Andre Almada, da The Week, Bruno Gagliasso e outras personalidades conhecidas também investiram em Felipe, atualmente assessorado por Carol Sampaio, promoter de sucesso do Rio de Janeiro e comandante do “Baile da Favorita”.Felipe deu seus primeiros passos comandando as picapes do extinto programa “Desencalha”, do Multishow. A atração era comandada pela apresentadora Thalita Rebouças e tentava unir casais por meio de provas divertidas. “Fiz a primeira temporada, mas sempre senti que o meu negócio era a pista, o feeling das pessoas dançando”, relembra.
Além de festas de TV ( ele animou a recente festa de lançamento da novela “Deus Salve o Rei”), ele também toca em aniversários e outros eventos corporativos. Sobre o set, Felipe diz nunca seguir um padrão. “Toquei no aniversario do Paulinho Vilhena e entrei depois de uma banda de reggae. Então, tive entrei nessa vibe, pelo menos nos primeiros 40 minutos de festa”, revela ele, que também já animou o baile da Brazil Foundation. “Nessa ocasião, eu só podia tocar música dos anos 1940, 1950, 1960, e estudei tudo dessa época. Me emocionei muito quando vi uma pessoa dançando a noite inteira com um andador”, relembra.
Atual residente do Nosso Camarote 2018, espaço vip que tem Ronaldo Fenômeno como sócio, Felipe comemora o sucesso e revela querer voltar a Brasília em breve. Ao Metrópoles, ele revelou alguns hits para ficarmos de olho. As inéditas “Joga a Bunda”, parceria de Aretuzza Lovi, Pablo Vittar e Glória Groove, e “Machika”, de J. Balvin e Anitta, prometem fazer sucesso nas pistas em breve.
Internacionalmente, ele destaca o hit “Bodak Yellow” de Cardie B. No entanto, quando o assunto é carnaval, ele aposta todas as fichas em “Vai Malandra”, de Anitta.
Fonte: Metropoles
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