Eram 40 minutos do segundo tempo no Pacaembu quando Ronaldo e Gil saltaram juntos na área cruzeirense, e o árbitro Sandro Meira Ricci marcou pênalti. A partir daí, o Brasileiro-2010 passou a reviver sua tensão pré-final. O roteiro tem elementos similares aos das últimas edições: arbitragem, CBF, STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e rivais envolvidos em jogos decisivos.
A trama agora tem como ponto de partida o Cruzeiro. O protesto veemente de seus cartolas, técnico e jogadores após a partida -alegam a inexistência do pênalti- redundará em visita à CBF.
Mas a confederação descartou o afastamento do árbitro. “O retorno que tive da comissão foi muito positivo [sobre a atuação no jogo]. Disseram que o jogo foi difícil e que fui bem nos lances capitais”, reforçou Meira Ricci à Rádio Bandeirantes.
Ele está fora das duas próximas rodadas por viagem pessoal e volta na última.
Meira Ricci disse ainda que há a possibilidade de processar Perrella, o procurador do STJD, também.
(Folha Press)
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