“Fizemos uma reunião, eu, o Jóbson, o Souza e falamos que a gente iria ganhar nem que fosse na porrada, que a gente não sairia de Fortaleza com a derrota”. Esta é uma das lembranças que o ex-meia Rogerinho tem da véspera do segundo jogo contra o Cruzeiro-MG, disputado no Castelão, na capital cearense, e que deu ao Paysandu, que havia sido derrotado no primeiro confronto em Belém, por 2 a 1, o mais importante título de seus 101 anos de fundação, conquista que completou, ontem, 13 anos. O apoiador comentou a sua participação específica na Copa dos Campeões.
“Consegui jogar cinco partidas e a satisfação é imensa ter participado dessa conquista e ter marcado na história do clube”, disse. O feito, claro, marcou na história de Rogerinho, que também esteve presente na conquista da Copa Norte (2001), e dos dois Brasileiros da Série B (1991 e 2001) pelo time bicolor, além de títulos estaduais. “Foi um dos momentos mais importantes da história do Paysandu. É uma coisa que a gente não esquece”, disse.
Veja como foi a comemoração da data:
O jogador ressaltou, ainda, a importância do técnico Givanildo Oliveira, hoje no América-MG, para que o Papão chegasse ao título, que assegurou ao Papão o direito de disputar, em 2003, a Taça Libertadores. “Trabalhei com vários técnicos, mas a principal referência foi o Givanildo. É um treinador que trabalha com honestidade e justiça.
Com ele jogava quem estava bem e quem não estava esperava a sua vez”, afirmou o ex-meia, que almoçaria, ontem, com o ex-atacante Vandick Lima e o volante Vânderson, companheiros do time campeão, com o primeiro tendo marcado os três gols do time na vitória no tempo normal por 4 a 3 - o outro foi de Jóbson. Nos pênalti o Papão venceu por 3 a 0.
(Diário do Pará)
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