Não é segredo, muito menos estratégia, que o Clube do Remo vai com força máxima para enfrentar o Nacional. O motivo, talvez, se dê pela certa diferença técnica entre os times da Série D que o Leão Azul já enfrentou. O último, em especial, Náutico-RR, mostrou um futebol apático, frio, com o déficit técnico gritante e, ainda assim, durante o primeiro tempo, o Remo teve dificuldade para atacar e conseguir gols.
“Cada um tem uma maneira de enxergar as coisas. Nesse último jogo, a meu ver, a equipe foi muito bem, apesar dos gols perdidos no primeiro tempo. Se a gente faz um gol no começo, íamos ao intervalo com um placar maior.
Todos mostraram tranquilidade diante da pressão pelas chances perdidas. Estamos no caminho certo”, diverge o meia Juninho, que agora só pensa em vencer o Nacional.
“Esse jogo será primordial para definir a classificação dos dois times. Eles têm que vencer e, conversando com os companheiros de lá, eles dizem que o empate não serve. O único resultado que eles querem é a vitória. Se formos bem preparados e conquistarmos os três pontos daremos um passo muito grande para a classificação”, complementa o zagueiro Henrique.
Apesar disso, pouco se sabe do Nacional. Algumas dicas vêm de jogadores de lá, enquanto no Remo, a formação vem praticamente aberta desde o início da semana. “Não conheço muita coisa do Nacional-AM. Sei que é um time qualificado. Não é um time bobo. Disseram que o Náutico-RR viria morto contra a gente, mas nos deu dificuldades.
Esse jogo de agora tem rivalidade e tem esse problema de conhecer pouco o adversário. O importante é se preocupar com a gente e fazer nossa parte”, encerra Juninho.
(Diário do Pará)
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