Cerca de 15 mil voluntários e convidados assistiram, na noite deste domingo (31), no estádio do Maracanã, ao ensaio de um show que terá um público estimado em 3 bilhões de espectadores no mundo todo: o da cerimônia de abertura da Rio-2016.
O espetáculo de quase cinco horas contou com a iluminação e alegorias completas e apresentou um resumo da história do Brasil, da chegada dos colonizadores portugueses até a urbanização das grandes cidades.
No início, três caravelas cruzam o gramado, protegido por uma grande lona. Projeções e dançarinos em fantasias azuis, simulam o mar.
Logo, a construção das primeiras instalações do país por índios escravizados ganha a cena. O cenário se transforma até chegar aos dias atuais, com a projeção de uma favela em uma estrutura de blocos onde participantes praticavam parkour.
Um ponto alto da cerimônia foi o voo de um 14 Bis, a invenção de Santos Dumont, que atravessou todo o estádio, suspenso em um cabo.
Outra curiosidade da abertura será a passagem onde a modelo Gisele Bündchen, desfilando ao som de "Garota de Ipanema", será assaltada por um ator. A mensagem final de tal cena, contudo, será de paz.
Completando o repertório, muito samba, funk e rap, com gravações de artistas como Claudinho e Bochecha e Marcelo D2. Como mestres de cerimônia, participaram a jornalista Glória Maria e a atriz Regina Casé.
Também foi simulado o desfiles das delegações de cada país, com os atletas representados por voluntários.
O público aplaudia efusivamente, desde as mensagens sobre as consequências do aquecimento global que apareceram nos telões antes da simulação das delegações até a passagem de cada país, anunciado nos telões. Uma das mais aplaudidas foi a dos atletas refugiados.
(Folhapress)
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