Com a fase de classificação do Campeonato Brasileiro da Série C se aproximando da reta final, as equipes já começam a pegar a calculadora para fazer as contas de quantos pontos precisam para alcançar seus objetivos. Seja na parte de baixo ou na parte de cima da tabela, a matemática já começou a tomar conta do dia a dia dos clubes. Independente da ordem dos fatores, o que todos querem é somar três pontos a cada partida.
Assim que acabou o primeiro turno da competição, o volante Yuri afirmou que a equipe precisa somar neste segundo turno 15 pontos para alcançar a tão sonhada classificação para o mata-mata. Porém, ele ressalta que é importante que a equipe siga somando pontos para ter um alívio no final.
“Se somar mais, você vai brigando mais lá em cima para pegar um adversário que ficou em 3º ou 4º lugar. Além disso, estamos invictos no segundo turno, vencendo em casa e ganhando pontos fora. Se a gente conseguir somar pontos contra o Botafogo-PB vai ser muito importante, porque vamos ter uma ‘gordura’ e vamos poder controlar a reta final, para chegar bem ao mata-mata”, afirmou o volante.
Já o lateral-esquerdo Wellington Saci revela que ainda não fez esta conta, mas sabe que precisam vencer para ir longe, principalmente se triunfar diante de adversários diretos, como é o caso do Belo, próximo confronto azulino. “A gente ainda não conseguiu calcular esta pontuação. Nos pontos corridos, precisa ser jogo a jogo, etapa por etapa. O campeonato vai afunilando, vai ficando difícil. Temos que vencer as partidas, para fazer uma boa pontuação e, nas últimas rodadas, já estar com a classificação garantida”, encerrou o lateral.
Medo não, respeito sim
Enfrentar o Clube do Remo, por si só, já é um grande desafio, por toda a história e tradição da equipe azulina. E agora, com o bom retrospecto dos remistas, que estão há cinco jogos sem perder, com 2 empates fora de casa e 3 vitórias como mandantes, o Leão começa, não só a assustar, mas também a impor bastante respeito frente a seus adversários.
Para o lateral-esquerdo Wellington Saci, o Remo está em uma crescente no campeonato, porém, segundo ele, medo não é a palavra certa para definir o que o adversário deve pensar do Leão. “Hoje, no futebol, você não tem que temer ninguém, mas sim respeitar. Se você pega uma equipe como a nossa, que vem há cinco jogos sem perder, você precisa ter cuidado”, afirmou. Saci destaca que a união do grupo remista é um dos pontos fortes da equipe. “Temos garra e determinação, taticamente também. Depois da chegada do professor Waldemar, o time sabe atacar e se defender, tanto dentro como fora de casa”, argumentou.
Já o meia Marcinho conta que a forma como o Remo tem jogado deve ser a mesma, o que vai afetar diretamente a forma do adversário atuar. “Eles não vão vir para cima da gente com tudo, porque eles sabem que nós temos muita qualidade aqui. Precisamos marcar forte e aproveitar as oportunidades”, disse.
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