O verde é a cor que representa as matas, as florestas do país. Mas também, para alguns, é a cor da esperança. E para o Clube do Remo, esta Copa Verde, cuja estreia será domingo, contra o Atlético-AC, realmente, traz a esperança de um futuro melhor para os azulinos. Além do título, o Leão quer a premiação e uma vaga antecipada nas oitavas de final da Copa do Brasil do ano que vem, porque, este ano, os remistas foram eliminados logo na primeira fase e perderam uma bolada.
Para alguns atletas do Remo, as lembranças da Copa Verde não são lá as melhores. É o caso do meia Flamel, que disputou o torneio com o Águia de Marabá no ano passado, mas a equipe foi eliminada por causa de uma irregularidade com o lateral Léo Rosa, que hoje também está no Remo. “Estamos num novo momento aqui no Remo. Com jogadores importantes, acostumados com decisão, mata-mata. Temos de estar concentrados para fazer um bom torneio”, afirma o camisa 10 do Leão.
Flamel lança mão dos bons momentos que já teve na carreira, em Rio Branco, para crer que o Leão vai chegar longe na Copa Verde este ano. “Em 2013, pelo Águia, fizemos uma boa apresentação. Mas, como eu disse, é um novo momento e precisamos estar focados para chegar longe”, ressalta o meia. Outro ponto que Flamel lembra é que o estádio onde será o jogo, a Arena da Floresta, possui uma boa estrutura, principalmente o campo. Com uma grama bem verdinha, a esperança de uma boa atuação aparece mais uma vez. “A gente sabe da qualidade do gramado. A gente vai lá para fazer o trabalho e é importante que o campo ofereça as qualidades para que possamos desenvolver o nosso melhor futebol”, encerrou.
(Café Pinheiro/Diário do Pará)
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