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DIA DE CLÁSSICO

Paysandu e Remo se encontram na Curuzu depois de 20 anos

A última vez que a Curuzu foi palco do embate entre Remo e Paysandu, o Leão acabou levando a melhor

domingo, 04/04/2021, 12:09 - Atualizado em 04/04/2021, 12:09 - Autor: Nildo Lima


O Leão acabou levando a melhor no último jogo na casa do Papão
O Leão acabou levando a melhor no último jogo na casa do Papão | Arquivo / Diário do Pará

Lá se vão quase duas décadas que Paysandu e Clube do Remo se enfrentaram pela última vez no estádio Leônidas Sodré de Castro, valendo pela segunda fase da Copa Norte, que representou para o Papão o primeiro passo rumo à maior conquista da história do clube, a Copa dos Campeões. Mas, na tarde daquele domingo, com a Curuzu recebendo quase nove mil torcedores, a festa foi do Leão, com Balão anotando o gol solitário do clássico. Passado tanto tempo, o confronto ainda é lembrado de forma nostálgica pelos atletas que estiveram em campo, escrevendo uma das páginas da história do maior clássico da Região Norte.

O ex-meia Rogerinho, que virou treinador, após pendurar as chuteiras, tendo, inclusive, dirigido o Paysandu, é um dos que se recordam da partida. “Lembro bem que a Curuzu recebia um bom público na ocasião”, disse. “O Paysandu sofreu a derrota, mas de uma maneira injusta. Dominamos praticamente toda a partida e num cochilo de nossa equipe acabamos sofrendo o gol marcado pelo Balão”, afirmou o ex-meia, que mora em São Carlos, interior de São Paulo. Outro integrante do time bicolor da época é Vandick Lima, que, assim como Rogerinho, tem na memória o último Re-Pa disputado no Vovô da Cidade. “Comecei o clássico no banco, mas depois entrei no lugar do Zé Augusto. No jogo de volta vencemos por 2 a 1 e garantimos vaga na Copa dos Campeões”, detalhou.

Pelo lado do Leão, o ex-meio-campista Charles Guerreiro observou a importância daquela partida. “Foi uma partida histórica, tanto é que está sendo lembrada agora, tanto tempo depois”, salientou o ex-atleta e hoje treinador. “Todos nós que participamos daquele clássico fazemos parte, de algum modo, da história do Re-Pa. São os clássicos que marcam a carreira do jogador de futebol”, comentou. “Naquele Re-Pa tivemos um público de quase nove mil torcedores e agora, por conta desse momento delicado que estamos vivendo, infelizmente não vamos poder ter o público no estádio”, concluiu.

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