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Novo lateral fala das primeiras impressões no Paysandu

Em entrevista coletiva, João Paulo deu as primeiras palavras como jogador do Papão. O atleta também elogiou a estrutura do clube e destacou o entrosamento com seus novos companheiros nos primeiros dias de atividade na Curuzu.

sexta-feira, 07/01/2022, 20:24 - Atualizado em 07/01/2022, 20:24 - Autor: Magno Fernandes


O lateral revelou que recebeu outras propostas, até mesmo internacionais, mas acabou optando por vir à Curuzu
O lateral revelou que recebeu outras propostas, até mesmo internacionais, mas acabou optando por vir à Curuzu | John Wesley, ascom Paysandu

Todo início de temporada os clubes realizam uma série de atividades na chegada dos atletas no qual inclui vários testes físicos e também clínicos para saber quais as condições em que cada jogador chega para o início das preparações. No Paysandu, isso não é diferente. Os bicolores já intensificam os trabalhos para o longo ano de 2022.

Ao longo dos primeiros dias de atividades na nova temporada, o Papão segue apresentando os novos jogadores. Agora no Paysandu, o lateral-esquerdo João Paulo, ex-Avaí, Fluminense, Ponte Preta e Confiança, falou sobre sua expectativa para as competições que serão realizadas em 2022 pelo clube paraense. Segundo o jogador, a meta é fazer um ótimo ano no bicolor.

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"Chego motivado e honrado. Sei das responsabilidades e encaro como oportunidade de carreira. Tive outras propostas. De clubes da Série B e até de fora do país. Mas a camisa do Paysandu é muito grande e fazer história no clube é uma oportunidade que não pode deixar passar. Nunca joguei o Paraense, será a primeira vez, mas me falaram sobre chuvas, qualidade dos gramados. Quem se adaptar mais rápido, vai sair na frente. Mas temos que procurar as soluções para desempenhar o melhor possível", disse.

Esta será a primeira vez que o atleta vai disputar o Campeonato Paraense, entretanto, João Paulo chega ao estádio da Curuzu ao lado de atletas com quem já atuou junto ao longo de anos anteriores. Para o lateral-esquerdo, isso acaba sendo um fator positivo no entrosamento dentro de campo, e que acaba contribuindo para que o time venha a ter êxito na conquista dos objetivos.

"Eu tinha jogado com o Robinho, ano passado no Confiança, e tive um período jogando com o Bileu, no Fluminense, mas na base, em 2005 e 2006. E o Bileu tá do mesmo jeito até hoje. Não mudou nada. Mas o Ricardinho dispensa comentários enquanto atleta, como jogador estou conhecendo agora, mas no futebol o mundo é pequeno. Ele chega, cumprimenta, fala com todo mundo e faz de tudo para ser um líder positivo. E não é só ele, há outros assim também. O feedback que eu tenho do grupo é o melhor", finalizou


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