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JUSTIÇA DO TRABALHO

Ratinho quer R$ 124 mil de indenização do Paysandu

Após ter atuado na temporada de 2021, o volante entrou com ação trabalhista contra o clube bicolor, entretanto o jogador enfrentará uma dura batalha para provar que tem razão. Entenda!

sexta-feira, 14/01/2022, 16:21 - Atualizado em 14/01/2022, 16:21 - Autor: Magno Fernandes


Volante Ratinho, em campo pelo Paysandu, em um dos jogos disputados no ano de 2021.
Volante Ratinho, em campo pelo Paysandu, em um dos jogos disputados no ano de 2021. | Jorge Luiz Totti/Paysandu
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Volante Ratinho, em campo pelo Paysandu, em um dos jogos disputados no ano de 2021. Jorge Luiz Totti/Paysandu
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Enquanto o Departamento de Futebol do Paysandu busca alternativas no mercado da bola para fortalecer o elenco na temporada de 2022, o setor jurídico alviceleste também segue ativo na tentativa de diminuir os problemas trabalhistas que acabam aumentando ainda mais as dívidas do clube.

O caso mais recente de atletas que passaram pelo Papão a mover ação na Justiça do Ttrabalho contra o clube bicolor é o do volante Ratinho. Ele vestiu a camisa alviceleste em 2021, ao longo de 40 jogos e marcou 2 gols. Tão logo após o seu desligamento oficial do Paysandu, para ser contratado pelo Londrina-PR, onde irá jogar na atual temporada, de acordo com o processo, o atleta pede a quantia de R$ 124.344,00.

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Conforme os documentos anexados ao processo, é informado que Ratinho recebia R$ 5 mil de salário assinado em carteira e mais R$ 15 mil referente ao direito de imagem. Dentre outras coisas, Ratinho cobra a quitação do direito de imagem atrasado (outubro, novembro e saldo de dezembro), FGTS, o salário de novembro de 2021 (os 5 mil da Carteira), verbas rescisórias e o reconhecimento dos valores de direito de imagem como salário, pedindo os reflexos em férias, 13º e FGTS.

No entanto, segundo o despacho assinado no último dia 10 de janeiro, pelo juiz do Trabalho titular, Marco Plínio da Silva Aranha, os advogados de Ratinho precisam apresentar o memorial de cálculo para que seja realizado o prosseguimento de toda a ação. "Constata-se que a inicial veio desacompanhada do memorial de cálculo, o que impede o regular prosseguimento do feito. Diante disso, determina-se que o(a) reclamante apresente os cálculos, no prazo de quinze dias, sob pena de extinção do feito sem a resolução do mérito", relatou.

 

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A reportagem tentou entrar em contato com o diretor jurídico do Paysandu, advogado Pablo Alves, para os devidos esclarecimentos com relação a causa processual movida pelo atleta, contra o clube alviceleste, mas até o fechamento desta matéria não obteve sucesso.

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