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FPF registra B.O após suposta ameaça de invasão em sede

Motivo da ameaça seria impasse nas eleições presidenciais da Federação Paraense de Futebol que segue sem ter uma definição de quando irá acontecer.

quinta-feira, 17/03/2022, 17:27 - Atualizado em 17/03/2022, 19:40 - Autor: Magno Fernandes

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Prédio da Federação Paraense de Futebol sendo protegido por diversos seguranças
Prédio da Federação Paraense de Futebol sendo protegido por diversos seguranças | Divulgação

O imbróglio envolvendo as eleições da Federação Paraense de Futebol vem causando enormes transtornos entre os representantes de clubes, presidentes de ligas municipais, candidatos, que esperam a definição do pleito, e a própria entidade que segue tendo à frente uma presidência que é conduzida de forma interina.

Na manhã desta quinta-feira (17), através de nota divulgada em seu site oficial, assinada pela presidente em exercício, professora Graciete Maués, a FPF informou que registrou um Boletim de Ocorrência contra membros da Associação de Ligas Desportivas do Estado do Pará (ALIDESP), após funcionários da entidade que organiza o futebol paraense terem recebido ameaças. 

No documento, é relatado que tentativas de ameaças de invasão e ocupação na sede da Federação, estariam programadas para acontecer a partir das 13 horas desta quinta-feira, além de ofensas destinadas à diretoria e funcionários, por meio de áudios e escritos em rede social (WhatsApp). 

 

| Reprodução/FPF
 

O motivo principal dos protestos é com relação a indefinição das eleições presidenciais da FPF, que até o momento segue sem data definida para acontecer, apesar das cobranças que já foram realizadas pelos representantes do Ministério Público do Estado do Pará. Porém, conforme a comissão eleitoral, até sexta-feira (18), será publicado o novo edital com os prazos para inscrições de chapas e a nova data do pleito.

Existia uma possibilidade da disputa ocorrer no último dia 15 de março, mas todos os prazos foram cancelados, e o pleito não aconteceu. As eleições estavam suspensas desde o dia 28 de dezembro de 2021, quando a desembargadora Eva de Moraes, do Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA) acatou as ações movidas pela Liga de Castanhal e pela chapa "Futebol de Primeira", liderada por Paulo Romano, pedindo a suspensão da votação por supostas irregularidades no processo eleitoral.

Ao todo, três candidatos continuam interessados na disputa ao comando da casa do futebol paraense: Adelcio Torres, atual mandatário - e que está no comando da entidade desde o ano de 2017; Paulo Romano, um dos atuais vices; E a de Ricardo Gluck Paul, ex-presidente do Paysandu. 

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