Para eliminar, amenizar a margem de erro, o grupo do Remo terá um número considerável de dias para desenvolver trabalhos específicos. O Leão só volta a campo dia 5 de setembro para enfrentar o Vila Aurora, no estádio Luthero Lopes, em Rondonópolis, interior matogrossense. Tempo suficiente para discutir os motivos que levaram à perda da invencibilidade. O tropeço prejudicou o escalte da campanha, antes, invicta. “Todos nós temos que assumir a derrota”, disse o ofensivo Vélber.
Danilo foi outro que reconheceu a queda de produção. “Não tem explicação. Hoje, tivemos momentos infelizes. Em alguns momentos do jogo, o Cametá foi superior”, acrescentou. “Eles foram felizes nas conclusões. Foram bem aplicados, tiveram uma boa tática”, observou.
Para a fase de mata-mata, o volante recomendou cautela. “Agora, é colocar o pé no chão. Que isso sirva de alerta para gente. Essa derrota serviu para que um olhasse no olho do outro. Nos momentos de adversidade, você pode crescer”.
Ênio, que fez boa partida, lembrou o momento do terceiro gol do Cametá. Leandro Cearense ‘assinou’ uma jogada individual, com dribles em velocidade nos zagueiros remistas. “Aconteceu por mérito do atacante deles. Você não tem muito o que fazer, sendo que o cartão vermelho não era o ideal para nossa equipe, porque estamos no mata a mata”, falou. (Diário do Pará)
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