A ascensão meteórica do Águia nos últimos três anos valorizou o clube e aumentou o interesse em dirigi-lo. Mas as indefinições ainda cercam o futuro.
Depois de dois mandatos, Ferreirinha faz planos para a equipe não estagnar. A construção de um centro de treinamentos e a criação das categorias de base do clube seriam indispensáveis. Ideias não faltam, o que falta é a certeza da permanência na equipe. “Ainda estamos analisando”, diz.
Assim, haveria espaço para o crescimento de uma oposição nas próximas eleições do Águia, quando os 27 conselheiros escolherão ou aclamarão o novo presidente. Decisão que está nas mãos do próprio Ferreirinha. É o que ele acredita. “Não vejo hoje uma oposição no Águia. Se houver e eu estiver disposto a ser presidente ainda, vamos pra votação”, garante o presidente, ex-vereador de Marabá.
E a política regional pode ser o fiel da balança não apenas para o atual presidente, mas também para a oposição. Capitaneados por deputados estaduais e federais do sudeste do Estado, além de membros do empresariado local, os opositores querem mudanças. “Juntos, deputados e empresários, vamos correr atrás do governo e da Vale (do Rio Doce) pra ajudar o Águia a crescer. A própria torcida não quer mais esse comando”, aponta o empresário Tarcísio Marques, ex-diretor e patrocinador do azulão. (Diário do Pará)
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