Após a última vistoria de ontem, pelo Corpo de Bombeiros (CB) e a reforma do gramado, o estádio Leônidas Castro já está preparado para receber os jogadores do Paysandu. Após vários dias em treinos fora de casa, o reencontro acontece hoje, no mesmo horário da estreia contra o Castanhal, às 10h, em um último coletivo-apronto. Paralelo a isso, em todos os setores, os alvicelestes trabalham para o início dos jogos.
O Coronel Daniel Rosas, do CB, informa que o Caldeirão Bicolor está pronto. “Em todas as questões que envolvem segurança, tudo foi avaliado e está em regularidade. A capacidade é para 16,2 mil pessoas”, observa.
Na parte social, um dos organizadores da campanha Papão Solidário, Philippe César, pede aos torcedores que quiserem doar os alimentos para os desabrigados do Rio de Janeiro, que só levem os donativos no domingo. “A ideia era que os alimentos fossem doados no ato da compra dos ingressos, mas só conseguimos entrar em contato com a Cruz Vermelha hoje (ontem), que vai recolher o que se arrecadar na hora do jogo”, explica.
Dentro das quatro linhas, os jogadores também garantem que a engrenagem está a todo vapor. “O técnico vai colocar a melhor equipe em campo no domingo. A Curuzu está liberada, o torcedor vai comparecer e a gente vai fazer uma grande partida”, exclama Alexandre Carioca.
PENDÊNCIAS TRABALHISTAS
Nos bastidores, se descascam os abacaxis. O presidente Luiz Omar Pinheiro tratou de resolver a pendenga da saída de Didi em um acordo, em que o agora ex-funcionário do clube levou 30 mil reais de indenização. Enquanto isso, outros problemas surgem, dessa vez para o departamento jurídico.
Além da audiência do Caso Sandro, dia 28 desse mês, que pode render 2 milhões ao jogador, o atacante Balão vai no embalo e cobra 492,3 mil reais de sua passagem pelo clube, com audiência para 1º de fevereiro; já no dia 10 de fevereiro é a vez do zagueiro Luís Henrique, funcionário em 2006, que reclama 68,2 mil reais. O festival de ações segue no dia 22 de fevereiro, com o ex-treinador de basquete do clube, Carlos Montoril, pleiteando a cifra de 94,5 mil reais. (Diário do Pará)
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