Nem mesmo a formação com três atacantes conseguiu resolver a carência de gols no Águia de Marabá. Para quem era acostumado a ver um time superofensivo até mesmo com no esquema 3-5-2 sabe que no atual elenco a bola tem chegado com dificuldade ao setor ofensivo. O problema pode ter uma explicação: falta um garçom no meio de campo para servir os homens de frente.
O meia Fabrício foi contratado para assumir a função de maestro da equipe, mas até agora ainda não mostrou pra que veio. Desde que estreou ele vem tendo atuações discretas, ficando bem aquém do futebol já apresentado no Paysandu, por exemplo.
Contratado para o returno do Parazão, Michel pintou como a grande esperança do time marabaense. Todavia, ele ainda não está 100%, pois vem se recuperando de uma lesão no joelho. O meia estreou contra a Tuna, mas entrou já no final da partida e pouco pode fazer.
O torcedor marabaense está com saudades de grandes maestros que já que passaram pelo Azulão, como o meia Ciro. O ex-aguiano comandou a conquista da Taça Cidade de Belém, em 2008. Após oito jogos disputados, o Águia conseguiu marcar apenas nove gols. A defesa já sofreu 14 gols, por isso, o Azulão acumula saldo negativo de cinco. O atacante Patrick é o artilheiro, com quatro gols marcados. (Diário do Pará)
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