Em um primeiro momento, pode-se até imaginar que tantas modificações na equipe do Paysandu para o jogo com o Cametá, aliado ao pensamento no Re-Pa da rodada subsequente, seriam indícios de que os bicolores estão com menosprezo em relação ao Mapará. Mas o histórico de embates entre o Papão e o ‘peixe’ mostram que o encontro merece toda atenção possível, afinal, é jogo de campeão e vice da Taça Cidade de Belém.
Nos dois jogos da final, o Paysandu conseguiu vencer todos e no primeiro, realizado dia 20 de março, no Parque do Bacurau, em que impuseram 2 a 1, os alvicelestes sentiram a pressão exercida pela torcida cametaense, que lotou o estádio. “O Cametá foi nosso adversário no final do primeiro turno e tem uma grande equipe. A gente sabe da qualidade deles e temos que ficar precavidos, ter uma marcação muito forte no meio-campo e, quando tiver com a bola, jogar e procurar fazer os gols. A nossa equipe sabe fazer isso”, confia Alisson, que também não esquece as condições do gramado.
“Já me falaram que o gramado continua ruim, devido às chuvas. É muita lama, o primeiro jogo lá foi muito difícil de se jogar, principalmente pelo meio, você pisa e afunda o pé. Mas não tem como mudar, esse é o gramado”, resigna-se.
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