A história do Estádio Estadual Jornalista Edgard Proença, também conhecido como Olímpico do Pará, ou simplesmente Mangueirão, é longa e cheia de capítulos de encher de orgulho qualquer paraense. Todavia, já tem algum tempo que nosso velho herói, inaugurado em 1978, tem sido pouco aproveitado. Uma das esperanças de modernizá-lo ainda mais era a sonhada Copa do Mundo de 2014, mas nem com a estrutura oferecida pelo estádio, reformado dentro dos padrões da FIFA em 2002, isso foi possível, visto que se priorizou a construção de novas arenas para o Mundial.
Com o advento dos clubes emergentes do interior, até mesmo a final do returno do Estadual, como a de hoje, vai acontecer bem longe dos gramados do maior templo do futebol local, lá em Tucuruí. Além disso, tem o clube do Remo fora de circulação até o final desse ano e a preferência do Paysandu em disputar seus jogos do Campeonato Brasileiro da Terceira Divisão em seu próprio estádio, a Curuzu.
E que ninguém esqueça que, ao menos em caráter oficial, Re-Pa, que é sinônimo de casa cheia, esse ano também não tem mais. Fatores determinantes de que está para haver uma transformação e o Mangueirão virar um elefante branco. Seria isso mesmo? O Bola foi atrás dessas respostas a respeito do Olímpico do Pará. (Diário do Pará)
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