Depois da derrota por 2 a 1 para a Tuna Luso, o técnico Sinomar Naves balançou, mas não caiu. No entanto, para o último jogo da fase de classificação do primeiro turno do Parazão, ele mesmo admite: “Todo o profissional do futebol está com o cargo ameaçado. O espaço do céu para o inferno é muito curto”, afirma.
Sinomar Naves realmente esteve no céu nas quatro primeiras rodadas do campeonato. Sua equipe era líder invicta da competição. Mas aí vieram as derrotas para Paysandu e Tuna e o inferno ficou bem próximo. Sinomar foi chamado para conversar baixinho com os diretores de futebol do clube, que cobraram uma reação do time. Uma das cobranças dos dirigentes era em relação à utilização de mais atletas das categorias de base no time titular no lugar de alguns contratados do treinador. Ontem, ele respondeu as críticas.
“No momento que eu fui contratado, sabia da minha capacidade. Acredito que possa ter sido uma afirmação precipitada, porque a partir do momento que o diretor escalar o time, eu saio e ele entra no meu lugar”, rebateu. O comandante do Leão garante que não pensa na pressão que está sofrendo. “Temos personalidade e tranquilidade para que nada afete nosso trabalho”.(Diário do Pará)
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