Contratado para coordenar o futebol do Paysandu, Carlinhos Dorneles é o responsável por intermediar tudo que acontece no futebol do Paysandu e reportar à junta administrativa, além de realizar os projetos para as categorias de base e discutir a preparação dos atletas profissionais junto com a comissão técnica. Dorneles explicou todas as intenções que o colegiado bicolor pretende aplicar no futebol profissional nesta temporada e com a marca Paysandu, que passará a ser explorada pela empresa de marketing RC3, do jogador Roberto Carlos.
Com o futebol do clube, o coordenador de futebol revelou que a primeira etapa do trabalho foi feita com sucesso. “O primeiro turno foi o plano piloto. A partir daí foi percebida a necessidade de se colocar mais atletas experientes para dar um equilíbrio maior para o segundo turno”, declarou Dorneles, sem deixar de lamentar o resultado ruim contra o São Francisco na rodada passada do Paraense.
Sobre a falta de consistência das atuações da equipe bicolor, Dorneles aponta a falta de uma competição mais longa nas categorias de base como o grande inimigo da falta de amadurecimento dos jovens profissionais que sobem da categoria sem ter uma rodagem adequada.
“Um jogador da base realiza sete, oito, nove ou, no máximo, dez jogos oficiais no ano”, completou o coordenador, concordando que os garotos que estão no profissional estão pegando a experiência de maturação agora. Uma saída será retomar as partidas preliminares. “É necessário que os clubes que participam das categorias de base se reúnam para que os jogos voltem a acontecer”, acrescentou.
Mas o principal trabalho que está sendo feito é de dar um padrão de jogo ao time, fazer a equipe jogar um bom futebol sem se preocupar com a classificação para as semifinais do segundo turno, pois o mais importante é a preparação do Papão para a Série C. (Diário do Pará)
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