Hoje, às 16 horas, no Baenão, o Remo terá a oportunidade de mudar a imagem negativa que construiu após a humilhante derrota na estreia da Série D, por 4 a 2, para o modesto Vilhena (RO), cuja folha salarial, de R$ 30 mil reais, corresponde ao vencimento de dois ou três jogadores azulinos.
O Leão Azul que entra em campo hoje está bem diferente do que começou o campeonato, principalmente no comando. Se ganhar, a torcida apaga definitivamente a má lembrança e embarca na era Edson Gaúcho.
O adversário, Penarol (AM), também vem de derrota, e em casa, contra o Atlético (AC), por 3 a 1. É o típico jogo onde as duas equipes aguardam ansiosamente a chance de se redimir e crescer no restante do campeonato.
No entanto, o Filho da Glória e do Triunfo já deixou claro que em casa, o adversário não fará a festa. Segundo o próprio técnico, o time irá com força total em busca dos três pontos. “Vamos fazer um grande jogo, vamos vencer e convencer respeitando o adversário, mas quem manda aqui dentro é o Remo, que fique bem claro”, avisa o ‘linha dura’, Edson Gaúcho.
A vitória virou uma obsessão para os remistas. É o momento de selar a paz com o Fenômeno Azul, depois de uma série de resultados desastrosos, que valeram a perda de um título estadual, a desclassificação da Copa do Brasil e um clássico Re-Pa. Se ganhar, o Remo leva, além dos três pontos, a confiança de uma imensa torcida e estímulo necessário para sair do calvário.
(Diário do Pará)
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