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Givanildo ficou satisfeito com poder de reação

Sofrendo um gol de bola parada e outro de contra-ataque, o Paysandu esteve preste a sair de Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, com uma derrota para o Luverdense. Contudo, após um impressionante poder de reação, o time alviazul conseguiu empatar a partida e,

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Sofrendo um gol de bola parada e outro de contra-ataque, o Paysandu esteve preste a sair de Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, com uma derrota para o Luverdense. Contudo, após um impressionante poder de reação, o time alviazul conseguiu empatar a partida e, por pouco ,não virou o jogo. Diante da situação, o técnico bicolor Givanildo Oliveira faz uma avaliação positiva da atuação bicolor fora de casa.

“Tivemos dificuldade no primeiro tempo. Mas, depois da expulsão do Harison, eu comecei a mexer na equipe e tive sorte que as substituições surtiram efeito. Primeiro, o Alex William, que deu uma mobilidade melhor no meio campo, assim pude colocar o Thiago Potiguar na posição que ele vinha atuando (atacante)”, observa Givanildo Oliveira, que lamenta a falta de atenção da equipe nos dois gols marcados pelo Verdão do Centro-Oeste, principalmente pelo segundo, marcado por Tatu. “Avisei a eles sobre o contra-ataque, para terem cuidado com o posicionamento. Quando os caras contra-atacam no dois contra três e marcam o gol, significa que houve erro de posicionamento, e eu avisei”, ressalta o treinador.

Feita a consideração, Givanildo diz que a melhora de rendimento do time depois de conseguir igualar a partida e quase obter uma virada, tornou o jogo capaz de ser reverenciado, já que um ponto foi conquistado jogando longe dos domínios alviazuis. “Foi um bom resultado esse empate, principalmente pelo poder de reação do time que conseguiu correr atrás de um placar de 2 a 0 para eles”, diz Giva.

Para a próxima partida, contra o Guarany (CE), em Belém, o treinador bicolor terá o desfalque de cinco atletas, Thiago Costa, Vanderson, Leandrinho, os três receberam o terceiro amarelo; além de Harison e Potiguar, que foram expulsos.

Dois pênaltis não marcados para o bicola...

O jogo foi difícil, mas o Papão arrancou o empate já na reta final da partida. O rival é qualificado. Entretanto, para os jogadores alviazuis, o principal adversário do time paraense foi o árbitro da partida Jânio Gonçalves, do Tocantins.

“O árbitro estava mal intencionado, deixou de marcar faltas importantes a nosso favor, permitiu que eles (Luverdense) fizessem faltas violentas e eles não recebiam cartão. Além de não ter marcado dois pênaltis pra gente”, declara o meio-campista Leandrinho, referindo-se as faltas sofridas pelo lateral esquerdo Pablo e o lateral direito Yago Pikachu dentro da área, no primeiro tempo. “O Paysandu tem que fazer alguma coisa para mudar isso, não pode mais arbitragem como a de hoje (ontem)”, acrescenta.

Independente da interferência do árbitro no resultado da partida, o meia bicolor ressaltou a força da equipe que conseguiu se recuperar no jogo e acabou trazendo um ponto do líder do Grupo A da Série C. “Jogamos bem, principalmente neste segundo tempo. Tivemos chance de virar o jogo, mas infelizmente não aproveitamos as oportunidade, mais uma vez”, diz Leandrinho, que espera uma vitória no próximo sábado, jogando no Mangueirão. “Agora é trabalhar nesta semana, corrigir os erros e tentar conquistar os três pontos contra o Guarany (CE) em casa diante do nosso torcedor”, completa o jogador.

(BOLA)

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