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ESPORTE PARÁ

Remista homenageia o time em nome de filho

A paixão pelo futebol às vezes fala mais alto, e o amor pelo Clube do Remo fez o torcedor Flávio Soeiro homenagear o seu filho com o nome de um dos ídolos do seu time. O pequeno Artur, de 10 anos, recebeu esse nome pela admiração do pai ao Rei Arthur, ído

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A paixão pelo futebol às vezes fala mais alto, e o amor pelo Clube do Remo fez o torcedor Flávio Soeiro homenagear o seu filho com o nome de um dos ídolos do seu time. O pequeno Artur, de 10 anos, recebeu esse nome pela admiração do pai ao Rei Arthur, ídolo do Leão na década de 90.

“O Artur foi o ídolo do Remo e meu ídolo. Tive a oportunidade de vê-lo jogar. Ele me deu muitas alegrias e eu encontrei essa forma de homenageá-lo”, contou o remista.

O ídolo mandou um recado para o pequeno Artur. “Me sinto muito feliz e honrado com a homenagem. O fruto do meu trabalho no Remo, que foi bem feito e marcou meu nome na história do clube. Fico muito feliz com mais uma homenagem dessas”, escreveu o Rei para o torcedor, via facebook. Os dois já tiveram a oportunidade de "bater uma bola" juntos.

E o amor pelo time passou de pai para filho mesmo. Flávio não teve oportunidade de conviver com seu pai, mas quando soube que ele era torcedor do Remo, começou a se interessar pelo clube. “Comecei a me interessar pelo Remo quando descobrir que ele era Remista. Meu pai morreu quando eu tinha 40 dias de vida, não o conheci, mas quando soube o time que ele torcia comecei a dizer para todo mundo que era remista”, disse.

“Comecei a ir aos jogos com 10 anos de idade, pedia para alguém me levar. Primos, vizinhos, qualquer pessoa. Aí minha paixão pelo time só fez aumentar”, completou.

Flávio casou com uma torcedora do Remo e teve três filhos, todos remistas. Seu sogro é líder de um grupo de torcedores. Artur tem 10 anos, Anna Flávia, 5 anos, e Fabrício, tem 14 anos.

Arquivo Pessoal

Flávio com a família Remista. (Arquivo Pessoal)

“Hoje eu posso dizer que sou um torcedor fanático e meus filhos também. Eles são tão Remistas que não gostam nem de vestir roupas alvicelestes, e garanto que não sofreram nenhuma pressão psicológica da minha parte. Eles vão para os jogos comigo, só evito levá-los para Re x Pa, por conta da violência. Os levo até nas caravanas do Leão quando tem jogos em outras cidades”, contou o papai orgulhoso.

E o que um Remista quer ganhar no Dia dos Pais? Flávio tem a resposta na ponta da língua. “Que o Remo consiga mostrar consistência dentro de campo, que junto com o entrosamento, tenho certeza que vamos conseguir subir de divisão esse ano”, finalizou.

(Bruna Dias/DOL)

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