Inspiração é o que não falta ao Mogi para tentar, diante do Paysandu, avançar à final da Série C. Em desvantagem, após ter sido goleado no jogo de ida, por 4 a 1, a equipe paulista precisa de uma vitória com, no mínimo, três gols de vantagem, sem que sua rede venha a ser balançada pelo visitante. Para superar missão tão espinhosa, o Sapo promete encarnar o espírito do Atlético-MG, que derrotado fora de Belo Horizonte por Corinthians-SP e Flamengo, por 2 a 0, na Copa do Brasil, aplicou impiedosa goleada por 4 a 1 nos adversários na partida em casa.
“O Atlético recentemente conseguiu grandes viradas. Conseguiu os gols necessários para a classificação. Por que a nossa equipe não poderia fazer isso? Estamos tranquilos, trabalhando forte para chegar até a final”, comentou o lateral Leonardo. O técnico Claudinho Batista deixou Belém, após o primeiro jogo, admitindo que o único gol conseguido por sua equipe na derrota por 4 a 1 “é muito pouco” para tentar a classificação em casa. Mas, entusiasmado pelos resultados obtidos pelo Galo, ele diz ainda confiar na classificação.
“O grupo está cheio de esperança, ainda mais depois de ver o feito conseguido pelo Atlético. Isso é um fator positivo. De repente a gente consegue surpreender o adversário”, disse. Para aumentar a motivação do time, a diretoria do Sapo resolveu colocar ingresso a preço de banana: apenas R$ 1. O objetivo é incentivar o torcedor a quebrar a média de dois, três mil torcedores nos jogos do time
(Diário do Pará)
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