O programa sócio-torcedor é uma das fontes de receita de clubes e proporciona ao associado uma série de vantagens, como entrada em treinos e jogos oficiais, descontos em produtos dos clubes etc. Porém, de acordo com uma pesquisa feita pelas empresas Ernst & Young e CSM Sport & Entertainment apontou que o programa ainda não tem arrecadação ideal para os clubes das séries A e B do Campeonato Brasileiro.
Segundo dados, apenas os programas de Grêmio e Internacional apresentam ganhos satisfatórios, com um público maior para a faixa etária de 26 a 49 anos, entre homens e mulheres. O público feminino atinge 16% do programa de sócio torcedor dos clubes. A realidade muda de acordo com a renda per capita do trabalhador brasileiro.
No Pará, o programa ainda não decolou no Remo e no Paysandu, mas tem grande potencial de apresentar vantagens aos clubes, já que as duas torcidas comparecem em grande número aos jogos.
Do lado bicolor, o programa está bem próximo de chegar a dez mil associados e a procura do torcedor está cada vez maior, pois a temporada 2015 está para começar. O número cresceu devido aos jogos do Papão nas finais da Copa Verde e do acesso à Série B do Campeonato Brasileiro.
Enquanto isso, o Clube do Remo procura oferecer vantagens ao seu associado, que deverá ter novidades até o próximo dia 5 de fevereiro, em alusão ao aniversário do clube. Até lá, a diretoria vai apresentar novidades ao torcedor, que também procura fazer adesão ao programa, às vésperas da estreia no Campeonato Paraense.
Em números, o torcedor que não aderir ao programa poderá gastar mais de R$ 150 por mês com ingressos, sem contar outros gastos, como transporte e alimentação.
(Diego Beckman/DOL)
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