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ESPORTE PARÁ

Torcedores sonham com Pikachu na Seleção

Empolgados com a boa campanha do time na Série B do Brasileiro, alguns torcedores do Paysandu chegam a sonhar em ver o principal ídolo da Fiel, o lateral-direito Yago Pikachu, 23 anos, vestindo a camisa da seleção brasileira. Potencial para isso é que não

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Empolgados com a boa campanha do time na Série B do Brasileiro, alguns torcedores do Paysandu chegam a sonhar em ver o principal ídolo da Fiel, o lateral-direito Yago Pikachu, 23 anos, vestindo a camisa da seleção brasileira. Potencial para isso é que não falta ao jogador, cujo início da carreira aconteceu no futsal da Tuna, mas a profissionalização só veio a acontecer no Papão. A provável ida do atleta, no final do ano, para uma equipe de ponta do futebol brasileiro, na opinião desses torcedores, poderá ser a senha para que ele chegue ao escrete.

A opinião não está restrita aos apaixonados torcedores de arquibancada. Um dos maiores laterais-esquerdos que o futebol do Pará já teve, Pedrinho, também confia que, chegando a um clube de Primeira Divisão, Pikachu reunirá grandes chances de chegar à seleção. “Potencial para isso ele tem”, avalia. “Agora, ele precisa estar em um clube de ponta para ser visto por quem dirige a seleção”. Pedrinho, com grande conhecimento de causa, vai além, comparando o futebol da cria bicolor com o de Daniel Alves, lateral do Barcelona e da seleção.

“Francamente, não vejo o Daniel com futebol superior ao do Pikachu”, compara. “Coloquem uma camisa do Barça no garoto e jogando ao lado de todos aqueles craques que tem lá... Com certeza o Pikachu faria coisa muito melhor”, garante Pedrinho.

Pikachu procura ser cauteloso. Contudo, o jogador não esconde que, como todo jogador, sonha em dia chegar à seleção. Um sonho que parece possível de ser concretizado, levando-se em conta o potencial do atleta, que tem entre as suas características as cobranças de falta e a facilidade para marcar gols.

O fato de defender uma equipe da região Norte, disputando a Segunda Divisão, aparece como um empecilho. Todos os jogadores paraenses que chegaram ao escrete brasileiro tiveram, sempre, de atuar em equipes de ponta. Casos, por exemplo, de Charles Guerreiro, Paulo Henrique Ganso e Giovanni, entre outros jogadores.

(Diário do Pará)

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