A situação atual do estádio Mangueirão, palco da semifinal da Taça Cidade de Belém entre Paysandu e Águia, tem deixado desanimados torcedores e dirigentes. A principal praça esportiva se encontra com seu acesso pela rodovia Augusto Montenegro obstruído pelas obras do BRT. O outro caminho, através da apertada rodovia Transmangueirão, está rodeado de lama, mato, poças d’água e entulhos da obra de construção. O torcedor que comparecer ao estádio invariavelmente terá de lidar com alguns sufocos.
A direção bicolor afirma que por conta dessas dificuldades uma das metas neste ano é jogar o máximo possível de jogos na Curuzu. “O Paysandu está aguardando os inadimplentes para que eles possam retornar. Vamos manter o ingresso a R$ 40 e R$ 50 durante os jogos em casa na Série B. A ideia é mandar o máximo possível de jogos na Curuzu. Convidamos aos sócios ainda inadimplentes para que possam regularizar a sua situação para poder acessar os jogos bem como as vantagens”, afirmou o presidente bicolor, Alberto Maia.
O dirigente acredita que a semifinal de domingo poderia ser realizada no estádio bicolor, mas que não discute o tema por se tratar de regulamento da competição. “Infelizmente a capacidade atual do nosso estádio é só de 16 mil pessoas. Se o estádio tivesse condições de receber 30 mil, todos os jogos seriam lá”, disse
DADO CAVALCANTI
Na discussão sobre preferir atuar na Curuzu ou Mangueirão, o técnico bicolor, Dado Cavalcanti, afirmou que entende que é uma questão que envolve muitos fatores, mas, desportivamente, prefere jogar na Curuzu. “Acho que nossa equipe se dá melhor na Curuzu. Nós conhecemos, nossos atletas preferem, mas, enfim, é algo que vai além da nossa preferência. Tem a questão do público, tem a questão da arrecadação. É um assunto que compete à diretoria definir”, opinou o treinador.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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