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Nadal se vê longe de recorde de Federer e não pensa em jogar até os 37 anos

Rafael Nadal é o atual número 1 do mundo e conquistou Roland Garros e o Aberto dos Estados Unidos neste ano. Apesar da grande forma, o tenista espanhol não acredita que poderá superar o recorde de Roger Federer, que é o maior vencedor de Grand Slams (19).

Rafael Nadal é o atual número 1 do mundo e conquistou Roland Garros e o Aberto dos Estados Unidos neste ano. Apesar da grande forma, o tenista espanhol não acredita que poderá superar o recorde de Roger Federer, que é o maior vencedor de Grand Slams (19).

“Três Grand Slam são muitos e isso não é uma coisa que me preocupe, não ficarei mais feliz se tiver mais títulos do que Roger quando me aposentar”, declarou o atleta de 31 anos – que tem 16 títulos de Grand Slam e também projetou que não terá a mesma longevidade do que seu rival histórico – em entrevista ao Marca.

“Neste momento, não me imagino jogando com a idade de Federer. Cada um tem seus caminhos e eles são diferentes. Tenho 31 anos e os 37 que ele vai fazer ano que vem estão bem longe. Penso no meu dia a dia e creio que nem ele pensava em jogar tanto tempo assim quanto tinha minha idade”.

Além disso, o Toro Miura falou sobre o que lhe motiva para seguir jogando em alto nível e indicou quando irá se aposentar. Apesar de ter gostado de voltar a liderar o ranking da ATP, Nadal disse que isso não é o que faz ele continuar jogando tênis.

“Minha vontade é sempre a mesma: seguir competitivo a cada ano e aproveitando o tênis. Tenho a sorte de fazer algo que me deixa feliz, mas se algum dia eu deixar de ter essa felicidade quando me esforço para fazer algo no esporte, então resolverei fazer outra coisa”, comentou. “A essa altura da minha carreira fico feliz por ter conseguido voltar a ser número 1, mas em momento nenhum este foi um objetivo para perseguir”.

O tenista bicampeão olímpico também falou sobre o seu grande desempenho no saibro. Em 2017, ele conquistou seu décimo título em Roland Garros, além de ter chegado ao décimo título no Masters 1000 de Monte Carlo e no ATP 500 de Barcelona.

“Não fui treinado para o saibro. É claro que meu jogo e minhas vitórias no começo de carreira me fizeram ganhar uma grande confiança neste piso. Meu tênis se adapta muito bem a essas condições”.

Fonte: Gazeta Esportiva

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