No primeiro reencontro entre Gustavo Scarpa e o Fluminense, o Tricolor levou a melhor. Vaiado a cada toque na bola, o meia não conseguiu desempenhar um bom futebol no Maracanã. Após o duelo, porém, o camisa 14 ignorou a hostilização dos torcedores.
“Me senti privilegiado por ouvir vaias e gritos. Sinal de que tive certa importância, mas vida que segue. Infelizmente não conseguimos a vitória, mas espero que a gente consiga vencer na sequência do campeonato e ter um grande ano”, disse rapidamente o atleta.
Antes de a bola rolar, Scarpa cumprimentou todos os jogadores do Fluminense, incluindo os que nem sequer atuaram com ele durante sua passagem pelo Flu. Após o duelo, Roger Machado também não associou as vaias à atuação de Scarpa.
“Eu não vi o Scarpa atuando em um nível abaixo e que pudesse atribuir isso ao fato dele estar sendo vaiado a cada momento que tocava na bola. Scarpa, mesmo jovem, é um jogador experiente, consegue lidar bem com essas situações, assim como o Lucas também teve de lidar quando a gente jogou contra o Santos. Os lances que por ventura tomou uma decisão errada foi equívoco do jogo. No primeiro tempo rendeu bem, no segundo tempo todos tiveram nível mais abaixo”, afirmou o comandante.
Scarpa entrou em campo vestindo o manto do Maior Campeão do Brasil nesta noite graças ao habeas corpus concedido pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), que permitiu o retorno do jogador ao Palestra. O Flu entrou com pedido de efeito suspensivo no Tribunal de Brasília, mas teve o recuso negado pelo ministro Alexandre Belmonte. Mesmo assim, a briga está longe do fim.
Fonte: Gazeta Esportiva
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