O técnico Osmar Loss não quis confirmar qual será a escalação titular do Corinthians na noite desta quarta-feira, a partir das 21h45 (de Brasília), contra o Colo Colo, pela partida de ida das oitavas de final da Copa Libertadores da América. Ainda que não tenha externado os nomes, o treinador deixou claro que não fará mudanças para o embate frente aos chilenos e explicou o que pretende ver na sua equipe no estádio Monumental.
“Acho que essa é uma tradição (divulgar o time) que não precisa continuar, não. Em jogos desse tamanho, quanto mais dificuldades a gente impuser ao adversário é melhor. Se nós trocássemos, eu falaria, o Tapia (técnico do Colo Colo) me dá a dele e eu a nossa, seria justo. Os brasileiros meio que sabem quem vai jogar, mas eu não vou confirmar, não”, avaliou Loss, exaltando a possibilidade de dirigir o clube fora do Brasil.
“Um jogo de oitavas de final de Copa Libertadores é sempre um grande momento para o futebol sul-americano. Sabemos que o Colo Colo volta a disputar após 11 anos, estará animado, mas sair com um bom resultado daqui é fundamental. Não passa pela nossa cabeça um resultado que não seja positivo aqui”, observou Loss.
Para o comandante corintiano, além de ser um duelo importante para o futuro da temporada, o encontro com os chilenos serve para mostrar a força do futebol brasileiro no continente. Sem passar das oitavas de final do torneio desde 2012, quando foi campeão, o Timão tenta mostrar que ser campeão nacional é algo de respeito na América do Sul.
“É diferente, é onde a gente consegue mensurar a disputa do futebol brasileiro com o de outros países. A forma de as torcidas se mostrarem é diferente. A gente precisa mostrar um grande Brasileirão, não jogam todos, jogam só os melhores. O Corinthians aprendeu a jogar a Libertadores e vai mostrar isso”, analisou, descartando uma ansiedade exacerbada pelo apito inicial.
“Não tem absolutamente nada especial, discutimos muito os preparativos do treino, conversas com a comissão técnica. O comportamento contra quem está na zona de rebaixamento tem que ser o mesmo na decisão de um campeonato. Comportamento não deve ser alterado, o que altera é estratégia ou formação. Não tenho dificuldades para dormir, não, não me tira o sono o trabalho, não”, concluiu.
Fonte: Gazeta Esportiva
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