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Alexandre Barros analisa “momento glorioso” do motociclismo brasileiro

No que diz respeito a motovelocidade, a opinião de Alexandre Barros sempre será levada em consideração. E, na última terça-feira, o maior piloto brasileiro de todos os tempos tratou de deixar os fãs de automobilismo em duas rodas extremamente animados. Em

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No que diz respeito a motovelocidade, a opinião de Alexandre Barros sempre será levada em consideração. E, na última terça-feira, o maior piloto brasileiro de todos os tempos tratou de deixar os fãs de automobilismo em duas rodas extremamente animados. Em coletiva de imprensa concedida em São Paulo, ao lado do espanhol Marc Márquez, principal nome da MotoGP na atualidade, o medalhão de 48 anos de idade, que voltou às pistas em 2017 após 10 anos parado, fez uma análise bastante promissora da modalidade no país.

“Voltando a competir, meu objetivo nunca foi financeiro. Mas de ajudar o motociclismo no brasileiro. Posso dizer que, com todas as dificuldades que temos aqui, já que não temos autódromos, o motociclismo passa por um momento glorioso. Esse não é um trabalho feito da noite para o dia. A MotorBike, por exemplo, tem 10 anos. A cada ano, as categorias de base vêm aumentando a quantidade de garotos. A gente lembra quando a Junior Cup foi lançada, tinha só seis pilotos, com 14 anos sendo a idade mínima. Hoje, você vai em Interlagos e tem 30 garotos treinando, com idades de oito, nove, dez, até doze anos”, apontou.

Para Alexandre, o fato de o Brasil, no momento, não exportar tantos pilotos para as principais competições do mundo não significa que o motociclismo não esteja em evolução por aqui. O ex-quarto colocado da MotoGP (em 2002 e 2004), porém, acredita que os frutos acabarão sendo colhidos em breve.

“Pilotos de fora estão vindo para as categorias Pro. E os pilotos nacionais, como Pedro Sampaio e outros, vão ajudar o Brasil nos próximos quatro, cinco anos, a se alimentar na categoria principal com grandes pilotos, de 20, 22 anos, que estão chegando. Nada se joga fora. O piloto que talvez não tenha sucesso em nível internacional, pode se tornar um grande nome em nível nacional, o que ajuda o motociclismo a manter uma base importante de referência, a atrair o público em pista, novos patrocinadores, novas marcas e novos investimentos. Nunca vi o motociclismo viver um momento de tanta glória e de tantas novas oportunidades para os pilotos”, concluiu.

Veja também: Alexandre Barros se derrete por Marc Márquez: “Impossível ele perder”

Fonte: Gazeta Esportiva

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