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PENALIDADE

Remo perde no final e continua fora do G4 da Segundona

Equipe paraense comandou jogo, mas como diz lei do futebol, não fez gol e levou no final de pênalti

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Imagem ilustrativa da notícia Remo perde no final e continua fora do G4 da Segundona camera Remo foi melhor em quase toda a partida, mas foi punido no final | (Mauro Ângelo / Diário do Pará

O Clube do Remo tinha tudo para entrar no G4 da Série B do Brasileirão, caso vencesse o Criciúma na noite desta quinta-feira (28), no Mangueirão, em Belém, pela 24ª rodada da competição. No entanto, apesar de comandar as ações durante praticamente toda a partida, o Leão Azul acabou derrotado por 1 a 0, com um gol de pênalti marcado nos acréscimos, e viu mais uma grande oportunidade escapar.

A penalidade, convertida pelo Criciúma no último lance do jogo, foi um golpe duro para o time paraense, que havia dominado as estatísticas, com ampla posse de bola e mais chances criadas. Ainda assim, faltou eficiência na hora de finalizar, e o castigo veio nos minutos finais.

Se vencesse, o Remo chegaria aos 37 pontos e ultrapassaria justamente o Criciúma, que iniciou a rodada com 35. A frustração tomou conta dos poucos torcedores presentes no estádio, muitos deles direcionando críticas ao técnico português António Oliveira, especialmente pelas substituições e postura da equipe na reta final.

Além da derrota, o resultado acende um alerta na tabela. O Remo corre o risco de perder ainda mais posições, já que Avaí, Cuiabá e Vila Nova ainda jogam na rodada e podem ultrapassar o Leão. A 24ª rodada se encerra na próxima terça-feira, dia 2 de setembro.

Agora, sem vencer há três rodadas, com dois empates e a derrota desta quinta, o Remo tenta reencontrar o caminho das vitórias na próxima sexta-feira, 5 de setembro, contra o Amazonas, fora de casa. O confronto é considerado crucial para manter vivo o sonho do acesso à elite do futebol brasileiro e tentar recuperar a confiança da torcida azulina.

Remo domina primeiro tempo

O Remo foi absoluto na primeira etapa diante do Criciúma, no Mangueirão, mostrando organização tática, agressividade ofensiva e segurança defensiva, mas pecou na hora da finalização, que determinaram o placar terminar em 0 a 0 ao fim dos 45 minutos iniciais.

A grande prova do comando azulino no primeiro tempo ficou evidente nos números, como a posse de bola, em que o time obteve 68%. Além disso, nos lances de ataque, com o Leão Azul fazendo sete finalizações contra apenas uma do adversário, que ficou acuado frente ao poderio do Remo.

Nos lances, a partida começou com intensidade e, logo aos 11 minutos, Pedro Rocha teve a primeira grande chance do jogo ao arrancar em velocidade, mas o goleiro Alisson saiu bem para cortar o lance.

A partir daí, o Remo seguiu insistindo: Marrony obrigou o goleiro adversário a fazer uma defesa difícil, enquanto Pedro Rocha voltou a desperdiçar uma oportunidade clara com o gol praticamente aberto.

Apesar da superioridade azulina, o Criciúma também tentou responder. Diego Gonçalves arriscou de fora da área em chute perigoso que passou perto da trave. Ainda assim, foi a única finalização da equipe catarinense no primeiro tempo.

O ritmo do jogo seguiu intenso, com um cartão amarelo e diversas jogadas de linha de fundo. O Remo mostrou organização tática, agressividade ofensiva e segurança defensiva, mas pecou na hora da finalização.

Segundo Tempo

A segunda etapa começou com o mesmo cenário da primeira: pressão do Remo e chances desperdiçadas. Logo aos dois minutos, Davó avançou livre pela direita, mas finalizou fraco, facilitando a defesa de Alisson.

O Leão manteve o ritmo ofensivo, acumulando oportunidades, mas esbarrou na falta de pontaria e nas boas intervenções do goleiro do Tigre. A partida seguiu bastante equilibrada, com o placar ainda sem alterações.

O Remo dominava as ações, mantinha o controle e criava mais chances, mas continuava sem precisão nas finalizações. Davó teve mais uma boa chance logo no início da etapa, mas novamente parou em Alisson, o grande destaque do Criciúma até aquele momento. A pressão azulina era intensa, enquanto o time catarinense se defendia como podia.

Mas, como costuma acontecer no futebol, “quem não faz, leva”. E o castigo veio de forma ainda mais dura: aos 52 minutos, o árbitro assinalou pênalti após toque de mão do volante Caio Vinícius dentro da área.

A torcida ainda alimentou a esperança com a revisão do lance pelo VAR, mas o árbitro André Luiz Policarpo confirmou a marcação. Na cobrança, Jean Carlos converteu e garantiu a vitória do Criciúma por 1 a 0, assegurando a permanência da equipe no G4 da Série B e ampliando o jejum do Remo, que agora chega a três partidas sem vencer.

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