A tranquilidade de possuir um veículo para o deslocamento diário muitas vezes é interrompida pela insegurança que ronda as vias públicas das grandes metrópoles. Em um cenário onde os números de criminalidade flutuam conforme as estratégias de policiamento e a ação de quadrilhas especializadas, os proprietários de automóveis precisam estar atentos às estatísticas para entender o risco a que estão expostos. Embora os índices gerais mostrem um recuo encorajador, certos modelos e horários específicos continuam concentrando a maior parte das ações delituosas na região mais populosa do país.
O ano de 2025 registrou uma queda de 11,6% nos roubos e furtos de veículos na Região Metropolitana de São Paulo em comparação ao ano anterior.
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Entre janeiro e novembro, foram contabilizadas pouco mais de 44 mil ocorrências, contra as mais de 50 mil registradas em 2024.
O levantamento aponta que a grande maioria desses crimes, cerca de 83,9%, ocorre na modalidade de furto, quando o veículo é levado sem que haja violência ou ameaça direta ao proprietário.
No ranking de veículos preferidos pelos criminosos, o Hyundai HB20 assumiu a liderança, saltando da sexta posição para o primeiro lugar com mais de 2,2 mil registros. Ele é seguido de perto pelo Ford Ka e pelo Chevrolet Onix.
A lista dos cinco modelos mais visados é completada pelo Volkswagen Gol e pelo Chevrolet Corsa, demonstrando que veículos de grande circulação e mercado de peças aquecido continuam sendo os alvos principais.
A capital paulista concentra a maior parte das ocorrências da região metropolitana, respondendo por 64,3% do total de casos, seguida pelas cidades de Santo André e Guarulhos.
Os dados indicam que o período noturno é o mais perigoso, especialmente quando os carros são deixados estacionados por longos períodos em vias públicas sem qualquer tipo de vigilância.
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