plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 31°
cotação atual R$


home
SANTA CATARINA

Vídeo: homem gay aplica mata-leão em homofóbico

O jovem reagiu para conter as agressões do homofóbico. Cena foi registrada em Balneário Camboriú.

twitter Google News
Imagem ilustrativa da notícia Vídeo: homem gay aplica mata-leão em homofóbico camera Segundo o jovem, o mata-leão foi uma forma de inibir a ação do homofóbico. | Reprodução

Em 2020, foram registradas 237 vítimas da homotransfobia no Brasil, segundo um levantamento realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), ou seja, uma média de uma vítima a cada 36 horas. Historicamente, os dados mostram que a luta de pessoas LGBTQIA+ em busca de direitos é marcada por grandes processos e violência.

Um passeio de amigos LGBTQIA+ de Brasília terminou em confusão em Santa Catarina, após o grupo ser vítimas de homofobia em Balneário Camboriú.

Caminhão atropela mulher no bairro do Tapanã; veja o vídeo!

O grupo estava fazendo fotos no local, quando um homem, que não teve o nome divulgado, passou a ofender Gabriel Nunes, de 25 anos. Em um momento, ele chegou a dizer "sai da frente, viadinho". O caso foi registrado na última segunda-feira (11).

O jovem, que é morador de Brasília, reagiu para tentar afastar o homem do grupo, que estava em uma excursão com cerca de 60 pessoas. Ele relatou que a artista drag Pikineia também foi alvo dos comentários homofóbicos.

"A Pikineia ficou tirando foto de uma amiga nossa que é trans. Estávamos espalhados e ele (o agressor) foi passando por nós e nos xingando. No final, virou para mim e chegou a dizer ‘sai da frente gordo, viado’’, contou o jovem.

CPI: Bolsonaro pode pegar pelo menos 32 anos de prisão

Segundo o jovem, ele reagiu para tentar afastar ele (o agressor) da gente. Falei, em vários momentos para ele sair de lá, mas o agressor tirou a máscara e veio para cima”, afirma.

Sem pensar duas vezes, Gabriel aplicou um mata-leão para conter as agressões do homem. “Nunca tinha sofrido homofobia antes. Ficamos muito tensos. O passeio depois foi horrível, voltamos para a pousada em que estávamos e ficamos somente lá, muito abalados com a situação”, relembra.

"A gente só quer o nosso direito de viver, sendo gay, lésbica, trans, sendo qualquer tipo, branco, negro, gordo ou magro. A gente merece viver. Queremos viver, só isso”, afirma.

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

tags

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Brasil

    Leia mais notícias de Notícias Brasil. Clique aqui!