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AUMENTO DE PREÇOS

Remédios estão mais caros. Saiba como economizar!

Em março, os medicamentos tiveram aumento de preços e quem precisa frequentemente sente no orçamento. Dicas ajuda a conseguir descontos

Imagem ilustrativa da notícia Remédios estão mais caros. Saiba como economizar! camera Consumidores precisam comparar os preços das farmácias para conseguir economizar | Foto: Wagner Almeida

Em março deste ano, o governo federal autorizou o reajuste máximo de 5,6% nos preços de medicamentos, um aumento que refletiu em aproximadamente dez mil medicamentos. Os consumidores que fazem uso continuado de remédios são os que mais sentem o reajuste no final do mês.

Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os gastos mensais com medicamentos comprometem 30% da renda familiar dos brasileiros, o que obriga famílias como a da cabeleireira Gorette Bastos, de 54 anos, a fazer malabarismos para dar conta de custear os remédios necessários e arcar com outras despesas fixas.

Em uma farmácia localizada no interior de um supermercado, na avenida Duque de Caxias, em Belém, Gorette acompanhava a mãe, que tem glaucoma, na compra de colírios para reduzir a pressão intraocular. Ela contou que, mensalmente, a genitora gasta por volta de R$200,00, já que faz uso diário do medicamento e precisa repor assim que acaba.

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“Para nós, que somos proletários, é difícil manter, né? Só um colírio está custando R$87,00, imagina só! Temos que fazer malabarismo para dar conta. Meu marido também precisa desse medicamento e consegue retirar no Hospital dos Olhos, em Ananindeua, mas e quem não tem condições e depende do SUS que vez ou outra os medicamentos estão em falta?”, questiona.

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O motorista rodoviário Ramiro Dias, 46, também compartilha do mesmo sentimento. Hipertenso, todos os meses ele retira gratuitamente o anti-hipertensivo nas farmácias credenciadas no programa Farmácia Popular, o que alivia bastante o orçamento familiar. Mas Ramiro também ajuda o pai, que é diabético, na compra dos medicamentos quando estes estão em falta no programa, o que pesa muito no bolso no fim do mês.

“Temos outras despesas, também ajudo a pagar o aluguel do meu pai e no final do mês tudo isso pesa no orçamento. Porque a gente não pode simplesmente parar de usar o medicamento, né? Mas a gente também precisa comer, vestir, calçar, enfim. Então acabamos tendo que dar um jeito para dar conta de todas as necessidades. Felizmente tem esse programa, o que alivia muito não só para mim, mas para a população mais carente. Quebra uma árvore!”, ressalta.

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