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CASO PM GISELE

Justiça mantém prisão de tenente-coronel acusado de feminicídio

Entenda o caso que chocou São Paulo e as repercussões dessa decisão.

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Imagem ilustrativa da notícia Justiça mantém prisão de tenente-coronel acusado de feminicídio camera A decisão ocorre em meio a uma série de análises judiciais sobre pedidos da defesa que tentam reverter a detenção preventiva do oficial. | Reprodução

A Justiça de São Paulo manteve, ao menos por ora, a prisão do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, investigado por um caso de grande repercussão envolvendo a morte de sua esposa, a soldado da PM Gisele Alves Santana, de 32 anos. A decisão ocorre em meio a uma série de análises judiciais sobre pedidos da defesa que tentam reverter a detenção preventiva do oficial.

Nos últimos dias, diferentes instâncias do Judiciário vêm sendo acionadas. O Superior Tribunal de Justiça já havia rejeitado um recurso da defesa, mantendo a prisão e afastando o argumento de que a Justiça Militar paulista não teria competência para decretar a medida. Paralelamente, o caso segue sob avaliação do Tribunal de Justiça de São Paulo, onde um pedido de habeas corpus ainda aguarda julgamento definitivo por um colegiado de desembargadores.

Nesse contexto, a tentativa mais recente da defesa foi barrada. O desembargador Cesar Augusto Andrade de Castro, da 9ª Câmara de Direito Criminal, negou o pedido liminar que buscava a soltura imediata de Rosa Neto. Na decisão, o magistrado entendeu que não havia urgência suficiente para conceder a medida individualmente, indicando que o mérito deve ser analisado pelo conjunto dos desembargadores da Câmara.

A defesa do oficial, representada pelo advogado Eugênio Malavasi, afirmou que considera a fundamentação “juridicamente correta”, embora aguarde o julgamento colegiado, que ainda não tem data definida. Já os representantes da família da vítima avaliam a negativa como um avanço no processo. Segundo o advogado José Miguel Júnior Silva, a decisão traz alívio aos familiares.

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Rosa Neto foi preso em 18 de março, na cidade de São José dos Campos, um mês após a morte da esposa, a soldado da PM Gisele Alves. Ele é acusado de feminicídio e fraude processual, acusações que nega. Atualmente, permanece detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital paulista.

O caso segue em tramitação e ainda depende da análise final do colegiado do tribunal paulista, que decidirá se o tenente-coronel responderá ao processo em liberdade ou continuará preso.

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