A Coca-Cola prepara a chegada de uma nova versão do refrigerante ao mercado brasileiro. A Coca-Cola Zero Cafeína Zero Açúcar foi desenvolvida para consumidores que desejam evitar a cafeína, inclusive durante a noite, sem abrir mão da bebida.
Segundo a companhia, a mudança nos hábitos dos consumidores, que têm demonstrado maior interesse por momentos de relaxamento e por produtos alinhados ao estilo de vida, influenciou a decisão de ampliar a oferta da bebida na América Latina. A variante chega à região 16 anos após sua estreia na Espanha.
“Nós entendemos que as pessoas valorizam as suas noites e estão sempre em busca de algo que complemente o seu estilo de vida. A bebida foi desenhada especificamente para atender a esta necessidade”, afirmou Raquel Ribeiro, diretora de Marketing da Coca-Cola Brasil.
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Nova embalagem
A Coca-Cola Zero Cafeína Zero Açúcar já é comercializada em países como Reino Unido, Países Baixos, Itália, Portugal, Bélgica e Austrália. No Brasil e em outros mercados da América Latina, entretanto, o produto chega com uma formulação e identidade visual específicas.
A nova embalagem aposta em uma combinação de preto e dourado, com proposta considerada mais premium. A estratégia também busca diferenciar a versão sem cafeína das tradicionais embalagens vermelhas da marca.
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Lançamento acontece no Rio Gastronomia
O lançamento oficial da bebida no Brasil ocorre neste fim de semana durante o Rio Gastronomia 2026. O evento começou na quinta-feira (17) e segue até 4 de outubro.
A chegada da nova versão ocorre em um momento de desempenho positivo para a companhia. No segundo trimestre, a receita da Coca-Cola cresceu cerca de 6%, alcançando US$ 13,37 bilhões, acima dos US$ 13,16 bilhões estimados por analistas consultados pela LSEG.
De acordo com a empresa, o consumo relacionado à Copa do Mundo de 2026 contribuiu para o desempenho registrado no período.
O Brasil também ocupa posição estratégica para a Coca-Cola e é apontado como o quarto maior mercado da companhia no mundo.
Para 2026, a empresa projeta crescimento orgânico de aproximadamente 5% na receita, acima da previsão anterior, que variava entre 4% e 5%. Para o lucro por ação, a expectativa é de alta entre 9% e 10%, ante a estimativa anterior de crescimento de 8% a 9%.
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