Na manha deste domingo (04), o candidato à presidência da República, Romeu Zema (Novo) votou na Escola Estadual Delfim Moreira, em Araxá, Minas Gerais e chamou atenção por entrar com celular dentro da cabine de votação.
A prática é terminantemente proibida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que orienta que os eleitores não entrem com os aparelhos, ainda que os mesmos estejam desligados. A medida busca preservar o sigilo dos votos.
O candidato chegou ao local de votação por volta das 9h da manhã e seguirá para Belo Horizonte, onde acompanhará a apuração dos votos.
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Críticas ao Judiciário
Após votar, Zema voltou a criticar a atuação do Judiciário e afirmou, segundo sua avaliação, que decisões judiciais teriam favorecido o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a campanha eleitoral. O candidato tem feito críticas recorrentes ao Supremo Tribunal Federal (STF) ao longo da disputa.
“O Judiciário claramente está sendo utilizado para que Lula e o PT tenham vantagens nessa eleição. Como eles não têm resultados bons, estão tentando ganhar na canelada, e o juiz não está apontando falta”, afirmou.
Zema também afirmou considerar que existe um “Judiciário capturado pelo PT” e disse que pretende continuar fazendo denúncias. Segundo o candidato, as críticas não o intimidam. “Isso não me amedronta em nada. Já vasculharam a minha vida. Não fui eu que tive contato com banqueiro bandido”, declarou.
O candidato afirmou ainda que pretende permanecer na política independentemente do resultado da eleição. “Vou continuar a luta, independentemente de resultado”, disse. Na sequência, defendeu sua atuação política e afirmou que é possível exercer a atividade sem envolvimento com corrupção ou favorecimento de familiares.
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