O rio Solimões, em Tabatinga (AM), atingiu ontem 32 centímetros negativos, ou seja, abaixo do zero da régua na margem do rio e, portanto, já menor do que o pico recorde registrado em 2005. O ano registrou a maior vazante do Solimões já aferida pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Em 2005, no pico da estiagem verificado na primeira quinzena de outubro, a régua marcou 2 centímetros positivos.
Segundo o superintendente do órgão em Manaus, Marco Oliveira, não se pode dizer ainda, contudo, que a seca de 2010 possa superar a de 2005 nos rios Negro e Solimões, já que o pico da estiagem é tradicionalmente em outubro. “Tanto o rio Solimões pode continuar descendo quanto pode estacionar e o Negro continuar a descer ou estacionar. Só em outubro teremos os dados que confirmem o ranking de estiagem, mas é notório que é crítico e o nível do Solimões está bem abaixo do que no mesmo período de 2005”, diz Oliveira. (AE)
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