O ex-vice-presidente José Alencar falou após receber a medalha 25 de janeiro, nesta terça-feira, que enfrenta o momento mais crítico de sua vida e que mesmo se morrer agora, já teria sido um privilégio, pois todo o mundo está rezando por sua melhora. “A situação tá tão boa pra mim, que se eu morrer agora está bom demais”, revelou. Mas Alencar também faz a parte dele, segundo ele, e segue lutando.
O vice diz que chorou ao saber que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff viriam a São Paulo para participar da homenagem. Dilma ainda ressaltou a importância de Alencar nos oito anos do governo Lula.
Muito abatido e em uma cadeira de rodas, Alencar chegou à sede da Prefeitura em um carro acompanhado por uma ambulância. Por conta do estado de saúde delicado do ex-vice-presidente, a cerimônia durou apenas meia hora.
Há mais de dez anos o empresário e político luta contra o câncer, que é combatido com quimioterapia e hemodiálise e se agravou nos últimos meses. Ele estava internado desde o dia 22 de dezembro do ano passado.
Indefinição
A Assessoria de Imprensa do hospital Sírio Libanês informou no fim da tarde desta terça-feira que ainda não sabe se o ex-vice-presidente volta para o hospital hoje ou se dorme na casa de parentes. Ele permanece na casa de familiares.
Alencar deixou o hospital às onze e quarenta da manhã, acompanhado pelo médico Roberto Kalil Filho para receber a medalha 25 de Janeiro.
(eBand)
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