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Mulheres desconhecem os perigos da osteoporose

As mulheres com diagnóstico de osteopenia ou osteoporose desconhecem os riscos, efeitos e sintomas das doenças. Foi a esta conclusão a que chegou a pesquisadora Débora Alessandra de Castro Gomes, após um estudo realizado no Caism (Centro de Atenção Integr

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As mulheres com diagnóstico de osteopenia ou osteoporose desconhecem os riscos, efeitos e sintomas das doenças. Foi a esta conclusão a que chegou a pesquisadora Débora Alessandra de Castro Gomes, após um estudo realizado no Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) da Unicamp.

A partir das respostas dos questionários, observou-se que, de um total de 20 pontos, a média de conhecimento verificada entre as mulheres foi 3,78%.

A pesquisadora se diz surpresa com o nível tão baixo. “Esperava que elas tivessem um conhecimento maior”, relata. As respostas mais erradas foram referentes às consequências da doença e dosagem da medicação. Por se tratar de um tratamento complexo, a informação, segundo Débora, é imprescindível. “É uma doença silenciosa, por isso é necessário um bom entendimento, implementação de métodos efetivos que aumentem o conhecimento delas sobre a evolução do quadro e a importância de se manter um tratamento adequado”, diz.

A osteoporose é definida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como uma doença que acomete os ossos de forma progressiva, podendo evoluir sem sintomas ou manifestar-se através de fraturas ósseas.

“O abandono ou o tratamento inadequado reduzem a eficiência terapêutica, além de piorar a qualidade de vida das pacientes”, completa a pesquisadora. A professora Cássia Russo, 49 anos, com diagnóstico de osteopenia, conhece “um pouco” sobre a doença e mantém o tratamento regularmente. Caminhadas e banho de sol são rotina.

Durante um período, chegou a tomar cálcio, mas ela confessa que esta não é sua maior preocupação, por isso, deixa “o tratamento em segundo plano”. Cássia diz que quem ela tenta manter mesmo “na linha”, são as filhas. (eBAND)

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