Na véspera do aniversário de 25 anos do acidente nuclear em Chernobyl, na antiga União Soviética, uma simulação de “nuvem radioativa” cobriu a sede do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no Rio de Janeiro. Por volta das 9h30, ativistas do Greenpeace vestidos como equipes de resgate em acidentes nucleares dispararam sinalizadores de fumaça, simulando contaminação por radiação.
A fumaça laranja tinha o objetivo, segundo a ONG, de fazer um alerta sobre os perigos de um acidente nuclear e um apelo para que o BNDES suspenda o financiamento para a construção da usina nuclear de Angra 3. Um cartaz pedia ao BNDES para não financiar uma geração de energia tão “insegura”, como eles denominam.
O governo brasileiro possui, atualmente, cinco projetos de novas usinas nucleares. Quatro ainda estão sem endereço definido e uma deve para ser construída em Angra dos Reis, no litoral Sul do Rio, no complexo que já abriga as usinas nucleares de Angra 1 e 2. (eBand)
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