O governo amenizou o corte nas despesas chamadas de “restos a pagar” e jogou para a Caixa Econômica Federal a pressão dos parlamentares nos próximos dois meses.
Decreto assinado sexta-feira (29) pela presidente Dilma Rousseff deu mais dois meses de prazo para que as obras e serviços empenhados com base nos restos a pagar de 2009 sejam iniciados.
O decreto anterior do presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinava que fossem cancelados em 30 de abril deste ano todos os restos a pagar de 2007 a 2009, independente do estágio da obra.
Os restos a pagar são um mecanismo pelo qual despesas contratadas em um ano podem ser pagas pelo orçamento dos anos seguintes. O decreto de Dilma poupa as obras que já estejam em andamento dos anos de 2007 e 2008. (Diário do Pará/ AE)
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